Pedro Henrique Almeida Alves, Advogado

Pedro Henrique Almeida Alves

Rio de Janeiro (RJ)

Sobre mim

Advogado
Advogado. Pós-graduado em Direito Processual Civil e Imobiliário. Especializado em Direito Privado. Membro do escritório do Cunha de Almeida Advogados Associados no Rio de Janeiro. Membro da Academia Brasileira de Direito Civil (ABDireitoCivil). contato: pedro@cunhadealmeida.com.br

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Antonio Fernando Navarro, Professor
Antonio Fernando Navarro
Comentário · há 12 anos
Concordo plenamente com o apresentado, a menos que devemos inserir no rol dos responsáveis as empresas que intermediam as vendas, com seus folders muito bonitos que induzem o cliente à obtenção de um produto que se sabe não será aquele, mas similar. Essas mesmas empresas costumam apresentar as "cotas" (medidas) das áreas dos cômodos em uma escala e as dos móveis em outra escala. Em muitas dessas propagandas há letras minúsculas que apresentam várias ressalvas, ou senões. Também se deve acrescer os Órgãos de classe dos profissionais envolvidos, que tem a obrigação de periodicamente fiscalizar os serviços, já que fornecem anotações de responsabilidades técnicas, ou seja, "acreditam" o profissional como capaz de executar aquele tipo de serviço, o mesmo se aplicando às próprias empresas construtoras. Também deve existir responsabilidades dos órgãos licenciadores das obras, que cobram taxas para o início das obras e para a liberação do habite-se. Enfim, há uma cadeia de responsabilidades que precisa estar clara a todos. Desculpas, podem ser dadas por inúmeras razões. Isso realmente faz parte do "risco do negócio" - da construtora. Os bancos que financiam as construções também têm o dever de fiscalizar. A questão maior é que no final sobram, de um lado, os compradores, quase sempre desassistidos juridicamente, e do outro lado, as construtoras, muitas das quais são "useiras e vezeiras" nesse tipo de golpe. Para onde foi parar a Transposição do Rio São Francisco, já inaugurada várias vezes e até hoje não entregue? Para quem os fazendeiros que se instalaram na região irão reclamar. Nesse caso e em outros há o "dinheiro público" envolvido, quase sempre mal gasto com empresas sem a competência técnica para a realização do que se propuseram em leilões e concorrências. O culpado, no final, é o comprador, que não teve a cautela suficiente para desenvolver a análise de todo esse complexo entrelaçamento de empresas e instituições, todas, que de um modo ou outro terminam recebendo recursos sob vários títulos, como alvarás, liberações, habite-se e tudo o mais. Também por a culpa no trabalhador da construção civil "é uma boa", pois que ele muitas vezes nem sabe o que seria construído. Sequer são capacitados ou orientados à respeito. Alias, e por fim, o principal inimigo de um trabalhador da construção civil é a tal da Geometria Euclidiana, pois que é difícil encontrar-se um ângulo reto em um cômodo, ou corredores com paredes paralelas.
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Gladston Silva
Comentário · há 12 anos
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